Consumo Sustentável - Conflitos Entre Necessidade e Desperdício
Sinopse
Os textos que compõem o livro procuram abordar as principais contradições que o consumo sustentável abarca. O primeiro capítulo examina a problemática dos descartáveis integrando-a aos impactos dos resíduos na atualidade. O segundo capítulo reflete sobre o processo de consumo considerando-o essencial para análise espacial.O terceiro
capítulo trata das transformações nas relações sócio-ambientais numa visão histórica e evolutiva considerando o consumo e o consumismo como determinantes na produção dos resíduos; indica ainda as possibilidades e as necessidades de um manejo adequado dos resíduos. O quarto capítulo traz uma abordagem da sociologia ambiental na sustentabilidade urbana, destacando tanto os indicadores políticos-institucionais, quanto o papel do Estado e demais agentes sociais no processo de formulação e implementação de políticas ambientais.
O quinto capítulo aborda a necessidade de investimento e pesquisas em energias alternativas mostrando a co-geração na indústria canavieira como possibilidade de sustentabilidade no setor energético. O sexto capítulo enfatiza o papel da educação ambiental no processo de conscientização social e de concretização do consumo sustentável; analisa ainda os aspectos metodológicos de experiências realizadas pela UNESP relatando as principais pesquisas e ações .
Ecocidadão .
www.brasilpnuma.org.br/pordentro/saibamais_agua.htm
Constituição da República Federativa do Brasil/1988.
Fonte: www.planalto.gov.br
LEI nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998/ dos Crimes contra o Meio Ambiente.
Fonte: www.planalto.gov.br
LEI n° 6.938, de 31 de agosto de 1981/ Política Nacional do Meio Ambiente.
Fonte: www.planalto.gov.br
LEI nº 9.795, de 27 de abril de 1999 - Política Nacional de Educação Ambiental.
Fonte: www.planalto.gov.br
LEI nº 9.433, de 08 de janeiro de 1997/Política Nacional de Recursos Hídricos.
Fonte: www.planalto.gov.br
Conselho Nacional do Meio Ambiente- Resolução CONAMA nº 275, de 25 de
abril de 2001. Fonte: www.planalto.gov.br
Legisla ção Federal Consultada 107
Consulte ou baixe Conheça algumas das principais bibliotecas digitais disponíveis na internet
ARede nº 84 - setembro de 2012
Internet Archive
Oferece livros em domínio público ou sob licenças livres.
A plataforma funciona como um buscador em outras bibliotecas digitais gratuitas. É mais fácil achar obras em inglês, mas também há material em português.
www.archive.org
Clube de Leituras
Do governo de Portugal, tem a seção “e-livros”, para leitores adultos, e a “biblioteca de livros digitais”, dedicada à literatura infanto-juvenil. Entre as maravilhas contemporâneas, estão obras de José Saramago.
www.planonacionaldeleitura.gov.pt/clubedeleituras
Projeto Gutenberg
Talvez o maior arquivo de obras em domínio público do mundo, traz 40 mil textos clássicos de livros escritos em português, inglês, francês e alemão, convertidos para diversos formatos, entre os quais, HTML e ePub.
www.gutenberg.org
Cultura Acadêmica
Iniciativa da Universidade Estadual Paulista (Unesp), reúne cerca de cem livros atuais sobre diversos ramos do conhecimento. Além dos livros (em PDF), há áudios de entrevistas com os autores.
www.culturaacademica.com.br
World Digital Library
Idealizada pela Biblioteca do Congresso Americano, é apoiada pela Unesco e por instituições de diversos países, como a nossa Biblioteca Nacional. Reúne, portanto, os acervos nacionais em um mesmo site, facilitando as buscas.
www.wdl.org
Europeana
Espécie de agregador da cultura dos diversos países europeus, reúne alguns originais de obras clássicas e traduções raras, em diversos formatos (do HTML ao PDF), além de áudios, vídeos e fotos.
www.europeana.eu
World Library
Para quem quer treinar inglês, pois a maior parte do conteúdo está nessa língua. Além de e-books, tem uma coleção de gibis digitalizados, que vão de O Fantasma a Zorro.
www.worldlibrary.net
Open Edition
Página que reúne periódicos e artigos científicos, traz textos em português, inglês e francês. Em outubro deve entrar no ar a divisão de livros, com mil obras recentes registradas sob licenças livres.
www.openedition.org
Digital Comic Museum
Totalmente dedicada aos quadrinhos, essa gibiteca online traz apenas títulos em inglês. Mas é uma boa alternativa para ensinar a língua – e ver como eram as clássicas aventuras de Billy the Kid e Geronimo no velho oeste.
www.digitalcomicmuseum.com
Google Books
O mais popular motor de buscas da internet vem digitalizando o acervo de instituições ao redor do mundo e de muitas editoras. Permite baixar obras livres ou de domínio público, ou ler trechos de livros com copyright.
www.books.google.com.br
www.iniciativaverde.com.br
CARVALHAL,
Maria Lígia C. Microbiologia vai à escola. São Paulo: OAK, Educação e Meio Ambiente, 2000.
O livro apresenta um jogo de cartas
ilustrado para ensinar conceitos científicos de saúde pública às crianças.
Este jogo permite ao professor trabalhar
conceitos de higiene, saneamento, poluição e vacinação, além de auxiliar na
conscientização dos alunos sobre a importância do exercício da cidadania.
Disponível em: <www.terravista.pt>.
Site que oferece um bom conteúdo, de forma organizada e muito
bem ilustrada. Disponível em: <www.geocities.com>.
Apresenta as principais
características dos fungos. Disponível em: <www.bionline.net>.
Destaca
a importância dos fungos e faz citações também sobre as principais doenças
causadas por fungos
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“Aprender
a ser, a fazer, a viver juntos e a conhecer constituem
aprendizagens indispensáveis que devem ser perseguidas de forma
permanente pela política educacional de todos os países.”
Jacques Delors.
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Tecnologia favorece ou atrapalha a interação?
Na maior feira de tecnologia de Educação do planeta, NOVA ESCOLA conferiu um mundo de recursos novos. Mas as novidades da informática estariam roubando o precioso tempo de contato entre aluno e professor? Leia o artigo e opine!
Todos os anos, professores, gestores e entusiastas da tecnologia em Educação voltam seus olhos para os lançamentos da Bett Show. Realizado num enorme centro de eventos em Londres, na Grã-Bretanha, o evento é uma das maiores feiras mundiais sobre o tema. Estive por lá entre os dias 11 e 14 de janeiro, acompanhando as últimas novidades da tecnologia em sala de aula.
Não há como não voltar deslumbrada com todos os aplicativos, softwares e hardwares desenvolvidos com o objetivo de facilitar a aprendizagem. Jogos em todas as disciplinas fazem a festa das crianças - e também dos professores que acham que esse é o caminho para "motivar" os alunos. Imagens em 3D revelam o corpo humano e dos animais e a estrutura dos demais seres vivos e levam as turmas para um estudo de campo de ecossistemas como o fundo do mar e uma caverna - tudo sem sair da sala de aula.
Mas um ponto polêmico - não colocado abertamente durante as discussões na Bett2012, mas deixado no ar - diz respeito ao fator interação quando a tecnologia invade a sala de aula.
Alguns professores têm usado a tecnologia para se aproximar das turmas, como Emma Chandler, professora de Estudos Sociais da Emerson Park School, em Londres. Ela usa o Twitter para se comunicar com os alunos justamente por ter percebido que era a ferramenta predileta de comunicação entre eles. Manda de três a quatro mensagens por aula, com o plano de aula do dia, questões simples para verificar o conhecimento sobre determinado conteúdo e notícias relacionadas ao tema. "Os mais tímidos passaram a se comunicar mais comigo", afirmou ela, que ainda coordenou um texto coletivo para o jornal da escola cujos trechos eram enviados pela rede social. O trabalho em grupo, portanto, foi intermediado pela ferramenta, com pouco contato direto entre os colegas.
O uso de animações em 3D, em que todas as informações são facilmente acessadas e visualizadas com perfeição e realismo, praticamente prescinde da presença do educador para a compreensão do conteúdo. Estudo realizado em sete países entre outubro de 2010 e maio de 2011, por pesquisadores da Universidade de Londres, comparou o rendimento de duas categorias de estudantes. Os que estavam nas turmas em que o professor usou 3D para ensinar corpo humano melhoraram suas notas em 86% (contra os 52% registrados no grupo de controle, que só usou ferramentas em 2D), apreenderam as informações em menos tempo, lembravam de mais detalhes e davam respostas mais elaboradas em questões abertas. E o papel do professor, nesse caso, foi apenas disponibilizar o acesso à ferramenta e fazer a avaliação.
Steve Bunce, consultor em tecnologia da Educação do Reino Unido, está convicto de que a saída para esse dilema é o educador se tornar um questionador: "Em vez de explicar o conteúdo, ele vai criar as perguntas sobre o mundo real e os problemas globais para serem respondidas pelos alunos, que, por sua vez, com a tecnologia, podem ir sozinhos atrás das informações e trazer as soluções. É assim que se educa cidadãos com autonomia para aprender."
09/10/2012 - Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais atua na elaboração de políticas para proteção aos animais
O COMUPDA - Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais é ligado à Secretaria de Saúde e tem como objetivo elaborar políticas de proteção aos animais, sejam eles de grande ou pequeno porte.
Através
da Lei 11.206/2011, o Conselho atua na elaboração de políticas públicas
para proteção e defesa dos animais, quer sejam os chamados de estimação
ou domésticos, bem como os animais da fauna silvestre e de tração; na
conscientização da população sobre a necessidade de se adotar os
princípios da posse responsável e proteção dos animais e na defesa dos
animais feridos e abandonados.
O Conselho também colabora na execução de programas de educação ambiental,
solicita e acompanha as ações dos órgãos da Administração, Direta ou
Indireta, que têm incidência no desenvolvimento dos programas de
proteção e defesa dos animais, além de colaborar e participar nos planos
e programas de controle das diversas zoonoses, entre outras funções.
O
Conselho é presidido pela médica veterinária, Roberta Lacerda Miranda
Rezende e tem como vice o médico veterinário, Cláudio Yudi Kanayama. No
último dia 1º de outubro, a bióloga Elisiane Santiago Garcia, da
Secretaria de Educação da PMU foi eleita a 1º Secretária do Conselho. A
engenheira ambiental, Manuela Kelly da Silveira, da Secretaria de Meio
Ambiente e Turismo da PMU é a 2ª secretária do Conselho.
De
acordo com a bióloga Elisiane Santiago Garcia, o COMUPDA pretende
elaborar uma legislação específica sobre maus tratos, bem como
fortalecer projetos ambientais existentes no município
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Entraves ao acesso livre
Lei defasada dificulta a criação de bibliotecas digitais atualizadas
A
Lei de Direitos Autorais (LDA) brasileira prevê uma série de medidas
para proteger os autores mas, instituída em 1998, não levou em conta
tamanha evolução do mundo digital. Na época, o Google era ainda um site
recém-criado, não havia programas de compartilhamento P2P (como Napster,
Kazaa ou Soulseek), nem o mercado de músicas em formato digital, muito
menos o de livros. Hoje, a internet se tornou uma ferramenta
facilitadora do compartilhamento de informação e os dispositivos capazes
de reproduzir as obras de um artista se multiplicaram. Boa parte das
pessoas tem um computador e um celular pelos quais gostaria de acessar
as músicas ou os livros que têm nas estantes. Mas a possibilidade de
digitalização de obras cujo autor ainda esteja vivo ou que tenha morrido
há menos de 70 anos sequer é mencionada no texto da lei. Por isso, a
modernização da LDA é urgente. “A LDA já nasceu atrasada e não enfoca
nenhum dos problemas surgidos com o acesso massificado da internet e
surgimento das tecnologias para digitalização e divulgação online”,
observa Pedro Mizukami, mestre em direito constitucional e pesquisador
do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas do Rio de
Janeiro. Diante da pressão popular, o Ministério da Cultura elaborou,
com participação popular, entre 2007 e 2010, um anteprojeto de lei e o
colocou em consulta pública. O resultado foi um texto prevendo formas de
compartilhamento digital e criação de acervos digitais, mas que acabou
modificado pelo próprio ministério antes de ser enviado à Casa Civil. Em
2011, o texto foi devolvido pela Casa Civil, ação de praxe quando novos
governos assumem. O novo ministério modificou mais uma vez o texto,
restringindo a possibilidade de compartilhamento de obras em meios
digitais, mesmo em se tratando de redes fechadas (como as de
bibliotecas). Agora, o projeto de lei está parado na Casa Civil, sem
previsão de quando será analisado, modificado ou enviado ao Congresso
para votação. Se for levado a votação sem alterações, o texto não
facilitará a vida das bibliotecas, que continuarão proibidas de
digitalizar e oferecer o conteúdo ao público no caso de obras que não
estejam sob Creative Commons ou outra licença de acesso livre. As obras
adquiridas em formatos digitais não poderão ser emprestadas via
internet, pois o texto afirma que a biblioteca deve emprestar apenas
dentro de suas dependências. A situação só poderá ser resolvida por meio
de contratos de licenciamento que prevejam o empréstimo online. Diante
disso, Mizukami acredita que, no futuro, as bibliotecas brasileiras
terão de negociar com cada editora as formas de como os livros (digitais
ou digitalizados) poderão ser oferecidos. Se a editora não permitir o
empréstimo, o leitor não terá outra alternativa senão comprar.
ARede nº 84 - setembro de 2012
O novo telespectador conectado Metade de entrevistados em pesquisa usa celular enquanto assiste programas de TV.
UM
LEVANTAMENTO realizado nos Estados Unidos pela Princeton Survey
Research Associates International, entre 15 de março e 3 de abril deste
ano, indica uma mudança importante nos hábitos comunicativos dos
estadunidenses. A pesquisa, publicada no site da Pew Internet &
American Life Project, recebeu o título de “A ascensão do ‘telespectador
conectado’” e constatou cientificamente o que já estamos percebendo nas
redes sociais também aqui no Brasil. Milhares de pessoas tuítam e
escrevem posts enquanto assistem a novelas, jogos e seriados de TV. A
pesquisa que abordarei aqui teve uma amostra de 2.254 adultos residentes
nos EUA. As entrevistas ocorreram por telefone, em inglês e em
espanhol, com 95% de intervalo de confiança, e margem de erro de 2,4
pontos percentuais. A primeira constatação relevante foi que
aproximadamente a metade dos proprietários de telefones celulares
entrevistados utilizam seus aparelhos móveis enquanto assistem a
programas de televisão. Essa informação mostra a alteração do
comportamento dos telespectadores que já haviam mudado sua relação com a
TV a partir do uso do controle remoto, criando facilidades para o
zapeamento e as mudanças de canais quando um programa deixa de agradar. O
próprio nome telespectador é cada vez mais inadequado, uma vez que ele
adere às tecnologias que permitem maior atuação, superando a passividade
ou a aceitação irrestrita da programação lançada no seu canal
predileto. O que era uma discussão teórica sobre a recepção não passiva
na comunicação de massas agora pode ser verificado nos usos das
crescentes novas tecnologias de interação e no avanço da chamada
convergência digital. A pesquisa sobre o ‘telespectador conectado’
captou que 38% dos donos de celulares usam seus telefones para se manter
ocupados durante os comerciais ou na quebra de programação daquilo que
estavam assistindo. Interessante também é observar que 23% dos
entrevistados alegam ter utilizado o celular para trocar mensagens de
texto com outra pessoa que estava assistindo o mesmo programa. Essa
prática parece estar ocorrendo também no Brasil. Tenho constatado a
troca de mensagens de texto, por exemplo, durante os programas dos
candidatos a prefeito nos horários eleitorais gratuitos. Uma grande
novidade que a pesquisa revelou e que precisa ser melhor compreendida é
que 22% dos pesquisados utilizaram o telefone para verificar se algo que
ouviram na televisão era verdade. Esse procedimento de um pouco mais de
um quinto dos estadunidenses indica uma tendência de ampliação das
possibilidades de confrontação de argumentos e de disseminação de
diversas visões sobre assuntos que ganhem repercussão na opinião
pública. Uma grande rede de TV terá cada vez mais dificuldades para
impor sua visão como expressão de uma verdade única, caso essa tendência
de checagem de informação se torne hegemônica entre os cidadãos
conectados. Os processos de formação da opinião pública vão se tornando
bem mais complexos e aparentemente mais democráticos, uma vez que as
redes podem expressar muito melhor a diversidade de visões diante do
mundo dominado pela mídia de massas. Para a felicidade dos
publicitários, 20% dos estadunidenses da amostra alegam ter utilizado o
celular para visitar um site que foi mencionado na televisão. Essa
informação pode trazer novas possibilidades para o comércio eletrônico
conectado ao tradicional programa de televisão. Também pode ajudar os
criadores e estrategistas de mídia a pensar novos formatos para a TV
digital, bem como permitem pensar a criação de aplicativos para
aparelhos móveis que facilitem o acompanhamento de programas de TV e
reinventem modos de acessar os links para produtos ou para campanhas
divulgadas na TV. A curiosidade sobre o que outros amigos e conhecidos
estão falando a respeito de um determinado programa ou notícia
televisionada levou 11% dos pesquisados a usar o celular para ver o que
os outros estavam dizendo online. A busca pela interação vai
gradativamente tornando os telespectadores comentadores em rede. Ou
seja, a tendência atual da comunicação é cada vez mais baseada na
transformação dos telespectadores em interagentes. Fortalecendo essa
tendência, a mesma pesquisa constatou que 11% dos entrevistados postaram
seus próprios comentários online sobre um programa que estavam
assistindo usando telefones móveis.
Sergio
Amadeu da Silveira é sociólogo e um pioneiro na defesa e divulgação do
software livre e da inclusão digital no Brasil. Foi presidente do
Instituto Nacional de Tecnologia da Informação
02/10 - Comportamento é revelado na primeira pesquisa TIC Kids Online Brasil, realizada pelo CGI.br e CETIC.br.
03/10/2012
- O governador da Califórnia, nos Estados Unidos, sancionou na
quinta-feira (27/09) um pacote de leis que prevê a criação de um site
que permita a estudantes baixar versões digitais de livros didáticos de
forma gratuita.
Segundo
a lei, são pelo menos 50 livros os livros, que custam cerca de 20
dólares cada se comprados em versão impressa. A previsão é de que o site
esteja funcionando já em meados de 2013, quando tem início o ano letivo
nos EUA.
O pacote também cria um Conselho de Recursos Educacionais Abertos,
formado por representantes da Universidade da Colifórnia e outras
instituições de ensino superior, que criariam e supervisionariam a
produção do material, além de definir a quais cursos o material se
destina.
Outra das leis do pacotaço de acesso digital assinado semana passado prevê a criação de uma Biblioteca Digital de Conteúdos Abertos da Califórnia, instituição que reunirá livros didáticos e outros tipos de conteúdo abertos